26/01/09

. MÔNICA MONTONE.




Primeiro ela criticou o hábito de sua geração de beijar qualquer pessoa em baladas e teve seu texto Ser ou não ser de ninguém, eis a questão da geração tribalista, divulgado pela Internet como sendo do Jabor. Depois vociferou em recitais de poesia do Rio de Janeiro que “tem pena das mulheres que não gozam” em seu poema Tenho pena. E agora choca algumas pessoas ao declarar que não quer ter filho na crônica Filho é para quem pode, publicada pela Revista O Globo do jornal O Globo. A polêmica foi tanta, que Mônica foi chamada para falar sobre o assunto nos programas Sem Censura, Fantástico e Happy Hour.

Assim é Mônica Montone, autora do livro “Mulher de Minutos”; Íbis Libris, 2003, também participou das antologias “ República dos poetas; Museu da República, 2005” e Antologia Poética Ponte de Versos ; Íbis Libris, 2004 , “Seleta de Natal, poemas; organizada por Mauro Salles, 2006, Poesia Sempre, Fundação Biblioteca Nacional, 2007; Poesia do Brasil; Grafite, 2007 e mantém na Internet um dos blogs exclusivamente de literatura mais bem visitados da rede, o Fina Flor, que hoje recebe em média 8000 visitas por mês e já ultrapassou a marca de 100.000 acessos. http://www.finaflormonicamontone.com/

A irreverente escritora que não tem medo de dizer o que pensa teve seu livro de estréia elogiado pelo ex presidente da ABL Ivan Junqueira, Affonso Romando de Sant´Anna, Marco Luchesi e tantos outros escritores.

Mônica que também flerta com outras artes, acaba de gravar seu CD PROMO e de fazer duas temporadas de shows no Canequinho Café [ anexo do Canecão], uma com Claufe Rodrigues e a banda do sol no show Sol na Boca e outra com Domingos Oliveira no show Os Sábados do Domingos.

Atualmente ela está em cartaz na peça Apocalipse segundo Domingos Oliveira, no teatro Laura Alvim, em Ipanema e acaba de estrear na rádio Fluminense 540, AM, o Momento Fina Flor, dicas de Mônica Montone, no programa Desperta Rio... Bom dia Niterói, onde dá dicas de literatura, moda, comportamento, música, etc.

Reza a lenda que não existe blogueiro bonito, nem escritora bonita. Reza a lenda que paulista não sabe sambar, nem tocar pandeiro. Reza a lenda, que mulher nasceu para casar e ter filhos. Pois Mônica parece estar aqui para confundir. É bonita, escreve, dança, toca instrumentos de percussão, não quer casar, nem ter filhos.

Inquieta, como deve ser afinal uma poeta de sua época, Mônica não pára e quer sempre mais

(foto: Patriccia Landim)